Orion in the Winter Sky and the Story Behind the Fainting Star Betelgeuse


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Captured few months ago during one of my private workshops, the image reveals a lonely stargazer enjoying the most beautiful constellation of the winter sky, Orion, as seen from one of the landscapes of Dark Sky® Alqueva territory. Many amateur and professional astronomers since last October have been reporting a decrease in brightness of the yellow/orange star Betelgeuse giving space for some speculation that the star is about to explode. According to a recent article on National Geographic, decades of photometric data show that Betelgeuse brightens and dims in cycles, with one notable cycle vacillating on a roughly six-year timescale, and another rising and falling every 425 days. Scientists suspects that the red supergiant Betelgeuse is dramatically dimmer now because two of its cycles are overlapping at minimal brightness. Although, we also know that star will most likely explode within the next million years, or perhaps Betelgeuse has already exploded and we have not yet seen it happen. But if by chance it happens in our current living time on Earth, for sure, it will be the most astonishing astronomy event of all times. When Betelgeuse will turn into a Supernova, exploding and die, will be briefly visible as brighter as the full moon before vanishing from our night sky forever.


PT: Captada alguns meses atrás, durante um dos meus workshops particulares, a imagem revela um stargazer solitário apreciando a mais bela constelação do céu de inverno, Orion, como pode ser visto em uma das paisagens do território Dark Sky® Alqueva. Muitos astrónomos amadores e profissionais desde Outubro passado, relataram uma diminuição no brilho da estrela alaranjada Betelgeuse, dando espaço para algumas especulações de que a estrela poderá estar prestes a explodir. De acordo com um artigo recente da National Geographic, décadas de dados fotométricos mostram que Betelgeuse brilha e escurece em ciclos, com um notável ciclo variando numa escala de tempo de aproximadamente seis anos e outro, crescendo e descrescendo a cada 425 dias. Os cientistas suspeitam que a supergigante vermelha Betelgeuse, esteja muito mais escura actualmente, porque dois de seus ciclos mínimos se estão a sobrepor simultaneamente. Embora saibamos que a estrela provavelmente explodirá nos próximos milhões de anos, Betelgeuse poderá eventualmente já ter explodido, só ainda não vimos o seu resultado, porque a luz desse evento ainda não chegou à Terra. Mas se por ventura isso vier a acontecer no nosso tempo de vida actual no planeta Terra, com toda a certeza será o evento astronómico mais surpreendente de todos os tempos. Quando Betelgeuse se transformar em uma supernova – explodindo e morrendo – será brevemente visível de forma tão brilhante quanto a lua cheia, antes de se desvanecer para sempre nos ceús nocturnos.


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