Panoramic Scene of Large and Small Magellanic Clouds Involved in Reddish Airglow above Atacama Mountains


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Two single shots comprises this epic panoramic scene captured 75km south of Antofagasta, Chile, showing the magnificent Small and Large Magellanic Clouds (SMC and LMC) involved in a strong presence of reddish ariglow. While both satellite galaxies are setting behind the mountains of Atacama Desert and featured in the same field, very close to the horizon, some interesting details and objects are popping along with it. At left edge, NGC 104 also known as 47 Tucanae, is the second brightest and largest globular cluster shinning in the night sky, after Omega Centauri. Three degrees apart and close to SMC, NGC 362 is another but smaller globular cluster well visible. The Small Magellanic Cloud is a nearby galaxy appearing in the constellation Tucana, and forming a pair with the Large Magellanic Cloud, which is located 20 degrees to the east (right side). Being both members of the Local Group, and among the most distant objects that can be seen with the naked eye, the LMC – seen at the right edge – is the most massive satellite galaxy of our own Milky Way. It was named Magellanic, regarding the 16th century Portuguese navigator Fernão de Magalhães. Tarantula Nebula (NGC 2070), a large H II region in the Large Magellanic Cloud, is also featured on this photo, lying at the eastern end of the LMC’s stellar bar, was shinning in a smooth purple/violet hue.

PT: Duas fotos individuais compõem esta épica cena panorâmica captada 75 km a sul de Antofagasta, no Chile, mostrando a magnífica Pequena e Grande Núvem de Magalhães (SMC e LMC – sigla em Inglês) envolvidas em uma forte presença de airglow vermelho, também conhecido como luminescência fotoquímica da atmosfera. Enquanto as duas galáxias satélites visíveis no mesmo campo de visão se deitam por detrás das montanhas no deserto de Atacama, já próximo do horizonte, alguns detalhes e objetos interessantes se revelam junto com elas. No extremo superior esquerdo, NGC 104, também conhecido como 47 Tucanae, é o segundo aglomerado globular maior e mais brilhante que é possível observar no céu noturno depois de Omega Centauri. A três graus de distância e próximo à SMC, NGC 362, é outro enxame globular menor, mas ainda bem visível. A Pequena Núvem de Magalhães, é uma galáxia próxima localizada na constelação de Tucana e forma um par com a Grande Núvem de Magalhães, localizada a cerca de 20 graus para Este (lado direito). Sendo ambos membros do Grupo Local e entre os objetos mais distantes que podem ser vistos a olho nu. A LMC – lado direito da imagem – é a galáxia satélite mais massiva da nossa Via Láctea. Foi batizada de Magalhães, em referência ao navegador português do século XVI, Fernão de Magalhães. Por fim, o destaque vai para a Nebulosa da Tarântula (NGC 2070), uma grande região H II na Grande Núvem de Magalhães,  situada no extremo Este da barra estelar da LMC, brilhando numa tonalidade suave entre o roxo e violeta.

Technical details | Detalhes Técnicos

Two single shots tracked with a Vixen portable mount captured with a Nikon D850 | Sigma Art 105mm at f/1,6 | ISO1600 | Exp. 36 secs.


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